VI SIPAT – Segurança no trânsito é tema de palestra

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Segurança e educação no trânsito foi o tema da segunda palestra da programação da VI SIPAT (Semana de Prevenção a Acidentes de Trabalho) da SOL. Duas profissionais do Setor de Educação da Guarda Municipal de Florianópolis ministraram os conteúdos, que atraíram a atenção dos servidores presentes, sobretudo pelos dados apresentados. O Brasil é o 4º país do mundo com maior número de acidentes no trânsito. Além disso, uma pesquisa da Previdência Social de 2014 mostra que de cada cinco acidentes, um ocorre no percurso de casa para o trabalho ou vice-versa.
A apresentação buscou sensibilizar os presentes com o uso de vários vídeos reais de imprudência de motoristas que causaram graves acidentes de trânsito. Um dos tópicos que gerou mais discussão foi o uso de aparelhos celulares no volante, considerada infração gravíssima, e que tem aumentado consideravelmente nos dias atuais.
A SIPAT é um evento promovido anualmente pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA/SOL).
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Santa Catarina intensifica ações de combate ao mosquito Aedes aegypti

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina está trabalhando no planejamento de ações para a intensificação do combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, chikungunya e zika, no Estado. “Diante da expectativa de um verão de altas temperaturas e de clima úmido – condições propícias à proliferação do mosquito – é fundamental que as ações para eliminação de potenciais criadouros sejam intensificadas”, alerta Suzana Zeccer, gerente de Zoonoses da Dive/SC.

Dentre as medidas previstas está a realização, em novembro, do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti – LIRAa nos 50 municípios considerados infestados pelo mosquito e nas 22 cidades sob risco de infestação. “Realizado de forma rápida em uma amostra dos imóveis existentes, o LIRAa nos apresentará a realidade atual em relação aos principais depósitos encontrados no ambiente, potenciais criadouros do mosquito e o número de focos identificados durante as vistorias. Assim, poderemos predizer os riscos e direcionar as ações para os depósitos identificados”, explica João Fuck, coordenador do Programa de Controle da Dengue de Santa Catarina.

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