Homens também são vítimas do câncer de mama

Os homens precisam saber que o câncer de mama não é restrito apenas às mulheres.

Os possíveis sinais de câncer de mama em homens incluem:
• Protuberância ou inchaço, geralmente (mas nem sempre) indolor;
• Pele ondulada ou enrugada;
• Retração do mamilo;
• Vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo;
• Inchaço nos linfonodos axilares.

Estas alterações não são sempre causadas pelo câncer. Por exemplo, a maioria dos nódulos de mama em homens é causada por ginecomastia. Portanto, se você notar qualquer alteração nas mamas consulte imediatamente um médico para poder realizar o diagnóstico.

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Câncer de Mama

Neste ano, em Santa Catarina, estima-se que sejam diagnosticados 6.730 novos casos novos de câncer em mulheres, excluídos os de pele não melanoma. A taxa de incidência é de 208,6 casos para cada 100 mil mulheres. Em 1º lugar está o câncer de mama, com 57,4 casos para cada 100 mil mulheres, segundo os dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) de 2014.

Em 2012, o câncer de mama foi o tumor com maior taxa de mortalidade, com 15,3 óbitos por 100 mil mulheres, entre os tipos de tumores que atingiram as mulheres catarinenses, de acordo com a pesquisa do DATASUS de 2014.

As ações de diagnóstico precoce do câncer de mama incluem exame clínico das mamas anualmente, a partir dos 40 anos, e também a realização de mamografias por rastreamento, que é o exame solicitado para mulheres da população-alvo (com idade entre 50 e 69 anos) sem sinais e sintomas de câncer de mama, como orienta o Ministério da Saúde. Em Santa Catarina, a mamografia para rastreamento é feita a partir dos 40 anos. Para as mulheres de grupos populacionais considerados de risco elevado para câncer de mama (com história familiar de câncer de mama em parentes de primeiro grau), recomenda-se o exame clínico da mama e a mamografia, anualmente, a partir de 35 anos.

Sinais de Alerta

De maneira resumida, cinco alterações devem chamar a atenção da mulher:

• Nódulo ou espessamento que pareçam diferentes do tecido das mamas;
• Mudança no contorno das mamas (retração, abaulamento);
• Desconforto ou dor em uma única mama que seja persistente;
• Mudanças no mamilo (retração e desvio);
• Secreção espontânea pelo mamilo, principalmente se for unilateral.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

É preciso falar disso

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Em 2014, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama.

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama. Ser mulher e envelhecer são os principais fatores que aumentam o risco.

Fatores ambientais
• Obesidade, principalmente após a menopausa;
• Sedentarismo (não fazer exercícios);
• Sobrepeso;
• Consumo de bebida alcoólica;
• Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
Fatores hormonais
• Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos;
• Não ter tido filhos;
• Primeira gravidez após os 30 anos;
• Não ter amamentado;
• Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
• Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.
Fatores genéticos
• História familiar de câncer de mama e ovário, principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos;
• Alteração genética;
• A mulher que possui um desses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama.

A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.

Amamentação, prática de atividade física e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal são fatores de proteção e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.

Fonte: INCA

Outubro Rosa

Na Semana do Dia do Servidor utilizaremos esse espaço para divulgar informações sobre um tema de extrema importância para a saúde dos servidores de ambos os sexos: o câncer de mama. A CIPA/SOL desta forma adere ao Movimento Outubro Rosa e convoca seus colaboradores para vestirem rosa na próxima quinta-feira (30/10) e demonstrarem também seu apoio!

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O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e compartilhar informações sobre o câncer de mama.

Saúde do trabalhador

Cerca de 45% da população mundial e cerca de 58% da população acima de 10 anos de idade faz parte da força de trabalho. O trabalho desta população sustenta a base econômica e material das sociedades que por outro lado são dependentes da sua capacidade de trabalho. Desta forma, a saúde do trabalhador e a saúde ocupacional são pré-requisitos cruciais para a produtividade e são de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável.

De acordo com a OMS, os maiores desafios para a saúde do trabalhador atualmente e no futuro são os problemas de saúde ocupacional ligados com as novas tecnologias de informação e automação, novas substâncias químicas e energias físicas, riscos de saúde associados a novas biotecnologias, transferência de tecnologias perigosas, envelhecimento da população trabalhadora, problemas especiais dos grupos vulneráveis (doenças crônicas e deficientes físicos), incluindo migrantes e desempregados, problemas relacionados com a crescente mobilidades dos trabalhadores e ocorrência de novas doenças ocupacionais de várias origens.

A saúde do trabalhador e um ambiente de trabalho saudável são valiosos bens individuais, comunitários e dos países. A saúde ocupacional é uma importante estratégia não somente para garantir a saúde dos trabalhadores, mas também para contribuir positivamente para a produtividade, qualidade dos produtos, motivação e satisfação do trabalho e, portanto, para a melhoria geral na qualidade de vida dos indivíduos e da sociedade como um todo.

Fonte: OPAS/OMS

Florianópolis recebe caminhada contra a dor crônica

O projeto Caminhada Pare a Dor volta a Florianópolis no sábado, dia 25 de outubro, de forma gratuita. A campanha alerta para os cuidados com dor crônica e reunirá população e especialistas no Parque Ecológico do Córrego Grande (Horto).

O movimento, que desde 2009 reúne especialistas no combate à dor, continua com os encontros mensais na Capital catarinense. Com o lema “A dor para a vida das pessoas — Pare a Dor”, as caminhadas, que acontecem em várias cidades do Brasil, reúnem profissionais da saúde e população com um objetivo em comum: combater a dor.

Em Florianópolis, as atividades acontecem no sábado, a partir das 8h30min, no Parque Ecológico do Córrego Grande (Horto).

Estima-se que cerca de 60 milhões de pessoas sofram com problemas de dor crônica no país, aquele mal que persiste ou recorre por mais de três meses. E os especialistas afirmam que sentir dor não é normal, mas tem tratamento.

Existem muitas maneiras de atenuar seus efeitos e uma delas é a prática de algum tipo de exercício físico, como a caminhada. Para a cinesiologista Mariana Schamas, “além dos muitos benefícios à saúde, a atividade física é reconhecida como um método não medicamentoso de grande impacto na melhora da dor, do humor e da qualidade de vida”.

Fonte: ClicRBS